“O Cometa: pelo fim do essencialismo — Raça, Gênero e Artes Visuais”, de Guilhermina Augusti

Neste livro, publicado pela Casa Philos, Guilhermina Augusti parte de uma pergunta que a atravessa desde o encontro entre seu corpo e a filosofia: Como a ideia de essencialismo articula uma violência contra tantas vidas? A partir dessa inquietação, ela percorre o pensamento metafísico clássico — e suas marcas de raça, gênero e sexualidade — para revelar como o essencialismo opera como estrutura de dominação e exclusão, determinando quais vidas são reconhecíveis e quais são relegadas à margem do pensável.
Em diálogo com o pensamento contemporâneo e com as tradições estéticas e políticas afro-brasileiras, “O Cometa: pelo fim do essencialismo — Raça, Gênero e Artes Visuais” convoca uma ruptura poética e filosófica: um cometa que, ao colidir com a atmosfera do pensamento, rasga a continuidade do “Ser” e anuncia a possibilidade de novas existências.
Entre filosofia e arte, escrita e imagem, Augusti propõe uma derrocada das categorias fixas — um gesto de insurgência, de imaginação e de movimento. “O Cometa: pelo fim do essencialismo — Raça, Gênero e Artes Visuais” chega para o público em duas opções de combos: